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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

8ª EDIÇÃO DO SARAU POESIA É DA HORA - KIDS - ESCOLA MARIANO

Local: Escola Mariano Barbosa de Souza.
Cidade: Arujá.

Agradecemos a professora Sil Camargo que nos convidou pra realizar um sarau na escola Mariano e todas as professoras que participaram conosco desse momento tão especial. O mural que vocês fizeram ficou lindo!

Para a maioria dos estudantes esse foi o primeiro sarau que participaram na vida... ó que honra! E teve peça de teatro, textos autorais, textos diversos, música e muitos abraços! Saímos de lá muito mais ricos, muito mais felizes, muito mais realizadas!

Dividimos o sarau em parte 1 e parte 2 pois era tanto aluno que a gente não ia dar conta!

O rap chega nas escolas e às vezes ensina muito mais do que uma lousa cheia de lição.

Gratidão pela recepção escola Mariano!
Compartilhando experiências, aprendendo com as experiências dos outros.
Viva o sarau!

Fotos: Fabiana Souza



















domingo, 29 de outubro de 2017

Livros lidos em 2017


Lidos 2017

*Treze Almas - Marcelo Cezar
*Ciranda poética - vários autores - Regina Tieko
*Ansiedade - Augusto Cury
*Nietzsche para estressados - Allan Percy
* Canto Geral - Pablo Neruda
*Antes de nascer o mundo - Mia Couto
* Novum Organum e Nova Atlântida (2 em 1) - Bacon
*As montanhas de Buda - Javier Moro
*Onde estivesses de noite - Clarice Lispector
*A viajante do trem - Andréia Gonçalves
* Nuances - Nilza Oliver
* Mundos roubados - LLoyde Jones
* Memórias da rua, amor, luta e maloca - Paulo Escobar
* Sociedade Fissurada - Marcia Tiburi
*Admirável mundo novo - Aldous Huxley
*Palavra por palavra - Anne Lamott
*Curto cicuta - Paulo D'Auria
* Das estações entre portas - Joana Ruas.
* Conversa de botequim - Iracema M. Régis.
* Nua escrevo - Benette Bacellar
*Negritude, cinema e educação - Organizadora: Edileuza Penha de Souza
*Revoltas Populares - Texto: Fernanda Ortega. Isabel Harari. Rafael Nakamura.
*Almanaque dos anos 80 - André alzer e Mariana Claudino.
* Flanelinha Laranja - Guilvan Miragaya.
* Às de Copas - Carolina Lisboa.
* O atentado - Yasmina KHadra.

RESENHA DO LIVRO: O ATENTADO - YASMINA KHADRA


O ATENTADO
AUTOR: YASMINA KADRA
PROJETO GRÁFICO: EVELINE TEIXEIRA
SÁ EDITORA / Ano: 2006/ 253 PÁGINAS.
Primeira obra que leio (que me lembro) de um escritor árabe. Li “Eu sou Malala”, (que também aborda o mundo árabe), mas foi escrito por uma escritora londrina, Cristina Lamb. Os romances de Yasmina Kadra, pseudônimo de Mohammed Moulessehoul (Argélia- 1955) já foram traduzidos em mais de dezessete países e chegou até mim... é louco isso, né?.
Engana-se quem acha que a história só começa a partir da notícia de uma mulher-bomba explodindo-se dentro de um restaurante lotado. O buraco é muuuuito mais embaixo e vários questionamentos vêm à tona no decorrer da leitura. O que levaria uma mulher aparentemente feliz, com uma vida financeira e relacionamento estáveis a explodir-se e matar várias pessoas? Nosso conceito de felicidade às vezes é tão chulo, tão vazio... E porque não estamos preparados para o que não é óbvio e esquecemos de ler as entrelinhas?
O livro aborda sobre pré-conceitos raciais, étnicos, religiosos, fanatismo, manipulação e os cenários são a cidade de Tel Aviv (segunda maior cidade de Israel), Belém (Palestina) e Janin (terceira maior cidade da Cisjordânia).
Este livro ganhei da minha amiga Camila Andrade.
Curti pacas!

BORA PRO SARAU SUBURBANO CONVICTO DIA 31/10?


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

62ª edição do sarau Poesia é da hora em São Mateus



62ª edição do sarau Poesia é da hora com o povo de rua vai rolar dia 11/11 (Sábado) das 14hh às 16h no Centro de Acolhida São Mateus.
Penúltimo sarau do ano...

Quem quiser e puder, só chegar!
Habeas Mic!
Contato: poesiaedahora@gmail.com
Realização: Poesia é da hora, Tv ArtMultCultural, Sobrevivente 01.

Um brinde as gatas!


Ela teve uma gestação de risco. Não tinha nem oito meses de vida quando ficou prenha. A estrutura do corpo dela é muito pequeno, miudinho, parece uma filhotinha ainda. Como diz minha irmã: não tem nem cabeça direito de tão pequenininha que é. Na hora de parir sofreu muito porque os filhotes não saíam de maneira natural e com muito esforço, pariu um... enorme, inacreditável como aquele gatão saiu dela... mas saiu morto. Ela passou muito mal. Dava pinta que não ia aguentar. As pressas levamos até uma veterinária indicada por minha cunhada, pois ainda tinha outros filhotes dentro dela. A veterinária examinou e de cara já fomos avisadas que a gata terá que passar por uma cirurgia e tinha alto risco de morrer durante o parto.
A cirurgia de emergência foi feita e a gata teve duas paradas cardíacas. Duas! Foi e voltou por duas vezes. A veterinária localizou mais dois filhotinhos... mortos. Ela não conseguia parir porque os gatos estavam mortos dentro dela. E num desespero interno durante a saída do primeiro bebê gato começou a se automutilar, talvez na tentativa de fazer com que aqueles corpos mortos saíssem dela de alguma forma. E ela se machucou com isso.
Depois de toda a tensão a veterinária ligou dizendo que apesar do susto a gata foi resistente e sobreviveu. Também foi castrada. Fomos buscá-la com o coração na mão.
Os animais são importantes e a gente sabe que se fosse em outros tempos, ela ia morrer na nossa frente e a gente não ia poder fazer muita coisa porque a falta de grana ia gritar mais alto (como já aconteceu). Ia restar engolir o choro mesmo e seguir com a ausência dela. Bom seria se todo mundo pudesse dar um suporte em momentos como esse... sei lá...
Viva las gatas!
🐱🐱🐱

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Boletim Poesia é da hora com Marah Mends e Ton Boa Vida


E domingo vai ter boletim Poesia é da hora com texto de um mano da rua: Ton Boa Vida.
Vamos ouvir?
O povo de rua resiste!
29/10 às 11h40 no Programa Meu Caro Amigo, rádio Cantareira

domingo, 22 de outubro de 2017

61ª edição do sarau Poesia é da hora na Cracolândia (Outubro 2017)

Que vibe, hein?
A sexagésima primeira edição do sarau Poesia é da hora com o povo de rua, foi realizado na Craco e recheado de abraços, sorrisos, protestos, resistências e muita troca. Troca foi o que propôs Thayaneddy Alves que através da sua fala, compartilhou conosco vivências, poesia e a beleza interna de uma mulher que luta e inspira tantas manas.
Nicanor Jacinto da Silva registrando tudinho com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. Otavio Alexandre Alexandre e Cristina Lazaro, com suas novas canções e a fala de alguém que já esteve na Craco como usuário, passou por centros de acolhida e sentiu na pele a frieza sociedade quanto dormia nas calçadas. A volta por cima é luta diária de quem decidiu que assim será. Um mano da rua que tem voz e compartilha conosco suas vitórias e seus perrengues.
Israel Francisco Santos, observando atento cada apresentação deixou conosco a vibe de quem gerencia pessoas com força, resistência e sentimento. Não basta olhar para um ser humano. É preciso permitir-se enxergá-lo. E permitir-se nem sempre é uma missão fácil...
Tubaina Marcos Maciel que nos trouxe sua vivência ancestral e somou demais com toda a sua experiência de vida.
Henrique José, que tenho o privilégio de dizer que aprendo muito com suas ações.

Esse projeto não é só um sarau... é uma chance de refletir sobre a nossa condição humana e se permitir-se aprender com o povo de rua.
Valeu!
Até novembro.